Aquela foi definitivamente a última vez que tentei te trazer pra mais perto. Se quiser ir, faça.
E se não for pedir muito, sem olhar para trás. Eu não quero ficar esperando ligações suas pra sempre…
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Sobre mentiras e avessos!

E no vazio do espaço que nos separou, renasceu o que eu jurava nunca ter existido: Nosso amor.
Era uma vontade mútua de se descobrir além do permitido. Aquele terreno tantas vezes explorado, era depois de tanto tempo, completamente desconhecido. Você com seus rolos e manias, eu com minha solidão de multidões. Percebi depois de alguns minutos te olhando – nós continuávamos os mesmos, porém a quilômetros de distância.
Eu queria te lembrar de um passado, mas só consegui dizer algo sobre o seu presente. Você se gabou do quanto ainda conseguia enganar suas meninas, e eu sorri como se isso não mais importasse – Eu também enganei alguns rapazes.
Talvez naquele momento eu me sentisse pronta e suja o suficiente pra você. Admitir isso era a maneira menos dolorosa de dizer que o amor que um dia eu rejeitei, naquele segundo, me sufocava.
Você segurou minha mão e disse em meu ouvido palavras que eu jamais esquecerei:
- Você é minha garota. Independente do resto.
Abri meus olhos e larguei suas mãos como se tivesse pronta para te deixar. E fiz. Eu queria me tornar sua garota, não ser ela pra sempre.
Você já podia voltar para suas meninas, e eu, para minhas mentiras.
O carinha de sempre!

Sexta-feira. Quase uma da manhã. Eu já estava desistindo de esperar alguma coisa interessante acontecer quando o vi surgir, como quem não queria nada, no cantinho da tela do meu computador, no meu msn. Com aquela velha foto de sempre. Com aquele velho sorriso de sempre. Eu não iria puxar assunto se ele não estivesse escutando AQUELA música. Juro.
Sei que foi hipocrisia dizer "quanto tempo", afinal, minutos antes eu estava pensando na falta que ele ainda me fazia. Ele falou sobre o meu blog, falou sobre o meu cabelo, falou sobre minhas lentes coloridas e por último, falou da gente. Ele andava me espioanando? Não bobagem. Atualizações do orkut. Isso não quer dizer nada. Não enlouqueça Bruna. Nós estávamos quase chegando naquele "ponto morto" onde um fica esperando o outro escrever, quando ele falou algo sobre saudade.Enquanto ele jurava sentir minha falta eu jurava não acreditar nisso. Só hoje entendo que nós dois estávamos errados.
Eu fui apenas uma de suas meninas, e ele foi o meu primeiro e único cara. Minha inocência sempre o agradou e sua malícia sempre me enganou. No fundo, eu ainda conseguia me lembrar das vezes que havia me deixado plantada em uma praça deserta. Das milhares de ligações nunca atendidas. Mas, eu sentia que se eu quisesse realmente me vingar, eu deveria continuar por perto provando o quanto eu aguentei firme. Mas ele me dava mole, e no fim de cada frase minha eu deixava subentendido que se ele aparecesse na minha porta eu abriria e te deixaria entrar. Isso estragou tudo.
Depois de alguns minutos aguardando a resposta de uma pergunta qualquer, percebi que ele havia ficado offline. Sem explicações. Eu sabia que a internet não tinha caindo, e que muito provavelmente ele partiu em busca de uma "baladinha" cheia de "bebidinhas" e mulheres "bonitinhas".
O meu problema foi demorar demais pra perceber que "carinhas" como aquele, nunca são o que parecem ser. Ali, com aquelas poucas palavras, ele parecia o cara ideal. Mas aqui, ele nunca passou de um desconhecido vazio no meu coração.
O tempo e a falta!

Sempre me disseram que se deve ser feliz de dentro pra fora. Pois se é assim, então eu não sou. Eu guardo sentimentos ocultos. Eu guardo melancolia. Eu alimento minhas nostalgia.
E em dias como hoje, desenterro todo o meu passado e brinco de voltar no tempo com as palavras. De mudar o que já acabou. De eternizar o que nem durou.
Talvez a vida seja mesmo isso. Guardar sentimentos.
Eu só não consigo entender como as pessoas conseguem com o tempo, simplesmente se desfazer de tudo isso. O tempo pra mim, não muda nada: Deixar as coisas mais distantes só faz com que a minha vontade de alcançá-las aumente.
Sinto saudade de tudo aquilo que já passou. De todos os cheiros, de todos os erros e de todos os medos. Dos amigos que se foram. Dos idiotas que me fizeram aprender o que é sofrer.
Sinto falta de caber no banco de trás do carro dos meus pais. Do meu primeiro colégio e das suas exigências sem fundamento. Da minha professora do infantil que me faz acreditar que eu era diferente.
Sinto falta de tudo aquilo que tive que deixar, de tudo aquilo que me deixou antes mesmo de chegar. Dos abraços e das lágrimas que eu não deixei cair. Da cor do meu quarto quando o sol batia pela janela. Da música que tocava naquela viagem de família.
Mesmo sabendo o final da história, eu não faria diferente. Eu faria de novo. Pra sempre.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
vou te amar pra sempe *-*
De meus sentimentos, restaram apenas mágoas e palavras não ditas. O passado não importa mais, só importam as lembranças de que um dia eu capaz de amar alguém, e enquanto houver o silêncio das palavras e o som de uma música que marcou alguma coisa importante, eu vou lembrar de tudo o que houve entre nós e desejar que eu possa transformar meu passado em algo, no futuro, bom e gostoso de lembrar . !
(Lais Carvalho)
(Lais Carvalho)
terça-feira, 3 de maio de 2011
Limão & Sal
Não, eu nunca pensei em falar o que eu realmente sinto,na verdade eu tenho medo de machucá-lo ,de me afastar cada vez mais do seu sorriso que não vem em minha direção,mas que eu posso ver tamanha sinceridade,tenho medo do olhar brilhoso que brilha cada vez mas longe de mim.
Eu tenho medo de não poder mas te ver,eu tenho medo que as pessoas parem de falar de você para mim,confesso que na hora que escuto não me sinto muito bem,as vezes eu sinto vergonha das lagrimas que já deixei e deixo cair.
Às vezes eu penso se falar,chorar,se te dizer tudo aquilo que me faz sangra,tudo aquilo que se transforma em lagrima e que escorre em minhas feridas e dói como limão e sal encima de um corte que não pode inflamar seria melhor.Acho que limão e sal em cima das minhas feridas não conseguiria causar menor impacto de dor,pois as cicatrizes que nunca se cicatrizaram já se acostumaram com o liquido salgado que se escorre dos meus olhos todas as noites.
Choro sim e as vezes tenho vergonha de dizer,mas choro quietinha no meu canto,me certifico que não tem ninguém por perto para que eu posso soluçar baixinho,soluço que dentro de mim já se senti no direito de gritar o grito incalavel do desespero do amor que pode ser comparado com limão e sal em cima de hematomas inflamados pelo destino cruel que foi traçado pelo amor não correspondido.
Flavia Silva.
domingo, 1 de maio de 2011
Definitivamente o que a gente perde
Nao e o amor,não e os "eu te amo" da bora pra fora.
O que a gente acaba perdendo verdadeiramente são as velhas expectativas,são os velhos sonhos que nao tem mais espaço entre os novos e felizes sonhos.A gente perde um pouco de tempo se preocupando a toa, a gente perde mas pode encontrar e a chave da porta que precisa ser aberta para que novas coisas passe a acontecer,para que o sol possa necer,para que possamos dar o "STARTE" do novo jogo.
Flavia Silva.
O que a gente acaba perdendo verdadeiramente são as velhas expectativas,são os velhos sonhos que nao tem mais espaço entre os novos e felizes sonhos.A gente perde um pouco de tempo se preocupando a toa, a gente perde mas pode encontrar e a chave da porta que precisa ser aberta para que novas coisas passe a acontecer,para que o sol possa necer,para que possamos dar o "STARTE" do novo jogo.
Flavia Silva.
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