quarta-feira, 15 de junho de 2011

 E mesmo se  nos tentarmos concertar o que foi quebrado não iria adiantar,porque melhor que virar a pagina e recomeçar um novo capitulo e dar chances para novas historias.






                                                          

                                                                                  Flavia Silva.
                                            


 A algum tempo atras eu estava me sentindo bem para mim ou talvez para todas as pessoas,borboletas no estomago já não existiam,mas o tempo passou e hoje eu me sinto tão sozinha.& com essa solidão que me acompanha veio aquele velho sentimento que quanto mais eu peço para esquecer é que eu mais me lembro.


Momentos que ficaram para trás,coisas que eu nem mim lembrava mais,e engraçado & doloroso como eu peço para esquecer todas as coisas que fez parte da historia de nos dois,de todos os momentos que ate hoje eu procuro entender o porque de desaparecer do nada,como os grãos de areia são levados pela praia. 


Hoje duvidas e perguntas sem respostas é o que não me falta,juro que não consigo entender porque estamos tão perto e ao mesmo tempo tão distante de nos dois,te pedi para voltar por mim acho que novamente seria em vão,mas você poderia antes de dormir pensar em tudo que já vivemos,das loucuras que nos cometemos & do quanto feliz sonhávamos ser. É pensa me mim nem que seja quando a solidão bater e nela você preferir se esconder,pensa em mim quando quiser desaparecer por algum motivo,e lembre-se que eu enfrentei milhares de coisas para viver e ver apenas mais um sorriso distante teu.& se depois de pensar quiser voltar eu estarei aqui te esperando pois quanto mais eu peço a Deus para esquecer é que ele me faz lembrar mais de você !




                                                                                                                                      Flavia Silva.
"Que toda e qualquer energia negativa que chegue até mim se transforme em amor."

Beijos, carícias e abraços não diferem uns dos outros, ocorrem da mesma forma e quase sempre com a mesma intensidade. Todos os amores são iguais, se é que o amor ainda existe. 

terça-feira, 14 de junho de 2011

    Considero-me uma garota como outra qualquer, pelo menos fisicamente. Não tenho seios extremamente grandes que façam de mim "gostosa" – já disse o quanto odeio essa palavra? – ou uma barriga que faça os homens tirarem minha blusa enlouquecidamente, na verdade, às vezes até eu morro de preguiça de fazer isso. Vivo em um lugar distante, onde provavelmente ninguém que leia esse texto conheça. Lugar onde o dia passa devagar, e as pessoas ainda se importam com que você veste. Não que isso seja um problema, já faz um tempo que aprendi a ignorar isso.

Adoro cantar no espelho, colar coisas fofas na parede e fingir que não me importo com o fato de não ser tão bonita como minha melhor amiga. Ser clichê é divertido, e admitir isso mais ainda. Mas infelizmente, minha descrição não acaba nessa frase. Por dentro me sinto diferente do resto do mundo: Tenho um coração que funciona ao contrário. Esqueço os caras que acabei de conhecer, e me lembro toda noite antes de dormir, dos que me fizeram sofrer. Queria me livrar dessa mania, mas quanto mais tento, mais faço. Acho que preciso de um manual "Como não esquecer um cara em cinco dias", será que existe? Nunca encontrei.

Não brinco com os homens, apenas não desobedeço meu coração. Gosto de intensidade, mas odeio falta de liberdade. Quando percebo minhas borboletas estão entrando em extinção, abro minhas enormes e brilhantes asas invisíveis e saio voando por aí. Mudo o número do celular, entro sempre offline e atravesso a rua para não esbarrar. Acho que a maioria dos caras, são tão imaturos que precisem amadurecer dentro de mim por alguns meses. Aí depois volto, relembro, me entrego e me esqueço.

Guardo os ursinhos que ganhei até hoje, e durmo com eles toda noite. E se quer saber, a maioria deles cheira bem, diz "eu te amo" com um abraço, e a melhor parte, não cobram ou esperam nada por isso.

domingo, 12 de junho de 2011

Sou confusão e gritaria, e ao mesmo tempo, todo o silêncio do mundo. Sou a ansiedade de um desejo sendo realizado, e o medo incontrolável de tudo dar errado – de novo. Sou a preguiça de um domingo a tarde, e a euforia de uma sexta a noite. Sou a vontade de abrir a geladeira, e angustia de ter engordado.Sou um doce sorriso, e uma lágrima quase salgada.  Sou uma canção de amor cantada por alguém desafinado.  Consegue ouvir?

Sou o que sou agora mas às vezes me pego pensando no passado, e vejo o quanto mudei. O quanto eu fui, e o quanto dexei de ser. E vejo nas marcas deixadas pela parede, tudo que hoje mais odeio em alguém. O destino me deixou do avesso, e 
agora não sei se é mesmo eu quem estou errada. Deve ser.
Às vezes me dá umas vontades loucas, de voltar meu primeiro beijo, e correr o mais rápido possível. O que foi? Eu ainda não estava pronta. De voltar na primeira vez que vi meu primeiro amor, e dar um tapa daqueles de filme. O que foi? Ele me fez chorar demais. Voltar naquele Adeus, e abraçar mais forte. O que foi? Aquele abraço me fez falta por muitos anos.
É uma pena, o tempo passou.

Infelizmente ou felizmente, de todas os desejos que tenho, o que mais me agrada é ficar aqui lembrando de tudo. Cansei de engolir o amor, e sempre engasgar depois. Hoje sou uma vegetariana, que apenas observa os animais pela janela. De longe. E se quer saber? Eles ficam melhor assim.
Eu vou te contar sobre os meus sentimentos
Te mostrar o que sinto por dentro
E te amar mesmo que isso seja o meu maior pecado.




                                                                                       (livro"as ultimas frases")