sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Quando nascemos não temos a certeza de quem somos ou de quem vamos ser.

No começo eu me sentia no direito de julgar as pessoas pelo fato dos meus planos não acontecerem sempre, pelos meus sonhos nunca ter se tornado realidade, pelos meus relacionamentos não terem dado certo e outras coisas que o destino se encarrega de colocar em nosso caminho. Mas há algum certo tempo atrás eu parei para pensar e cheguei à conclusão que quando eu nasci às pessoas não me disseram que os meus desejos seriam sempre descobertos através de um olhar, elas também não me disseram que as minhas vontades seriam sempre atendidas no momento que eu achava ser certo, então eu vi que julgar certas pessoas seria egoísmo de minha parte, pois elas assim como eu não tem culpa de coisas que por um acaso acaba acontecendo e nos magoando. Assim como eu pude aprender e enxergar que as coisas são apenas meros detalhes que tem de acontecer para que possamos aprender o verdadeiro sentido da palavra viver, espero que muitos aprendam a entender que acaso não significa culpa de um alguém.

                                               (Anna Flávia S.)
E a cada lágrima que derramar, eu quero estar ao seu lado para poder te mostrar que o passado já não se vale à pena lembrar quando no presente é do seu lado que eu queria ficar.
                                                                                           (Anna Flávia S.)
A cada amanhecer que acordo, arregaço as cortinas e em seguida abro as janelas,certo, isso como vocês podem ver já virou rotina.Mas hoje foi diferente!, Quer dizer é claro que abri as cortinas e a janela como de costume, mas o diferente desse amanhecer foi que ao fazer esse ritual meio estranho eu pensei em você, há claro tinha me esquecido que isso também já virou rotina, afinal quando digo que penso em você 25 horas por dia as pessoas já nem se surpreende mais!Voltando aquele ponto que eu disse que foi diferente, vou explicar para vocês. Certa manhã, dia normal, eu acordei cedo é as cortinas já estavam abertas e recostadas sobre uma foto de cabeceira, o que já me pareceu meio estranho. Levantei da cama e fui olhar o sol que brilhava tão radiante, aliás, nunca vi sol tão brilhoso como aquele!Um reflexo misturado com o vento bateu e se expandiu sobre o meu cabelo loiro que às vezes podia ate ser confundido com o mesmo. Aquilo foi engraçado, pois senti presença que aos meus olhos não era visível, mas ao meu corpo era totalmente sentida, isso não significa muito para vocês, mas sabe, para mim significou sim, sabe por quê?Porque tal presença era você. Vi os seus olhos brilharem a me ver com face tão assustada, vi a sua boca se mexer encamara lenta, vi o seu sorriso que sempre foi o maior motivo dos meus. Então naquele amanhecer que ficou guardada em mim, eu jurei que a cada dia, horas, segundos e milésimos eu iria sentir nos simples toques um significado, pois tua presença nunca foi tão esperada como nessas manhãs que preciso te sentir, mesmo que esta presença sentida seja apenas miragem de um amanhecer.
                                                                        (Anna Flávia S.)
A saudade bate na janela juntamente com o vento
Faz-me lembrar daqueles momentos.
 Já tentei, mas não consigo
Decifrar silêncio doloroso, mas às vezes amigo.
                                 (Anna Flávia S.)

Eu sei que você possa duvidar dos meus sentimentos, não nego que certas atitudes minhas deixam marcas no vento.
Mas se me der uma chance de explicar com essas minhas palavras embaralhadas e confusas, promete tentar lhe dizer que esse sentimento e puro e intenso como o seu sorriso quando éramos duas almas diferentes em apenas uma só.
                                 (Anna Flávia S.)
Eu não sei por que razão tudo acabou, aliás, há algum tempo eu nem sabia que tinha acabado!
Foi tudo tão rápido, não consigo entender o porquê das coisas aconteceram e começarem intensamente, mas quando é para elas acabarem se tornam rápidas e sem explicações como um furacão sinistro no outono, quando leva todas as folhas que marcaram o inverno escuro e sozinho.
                                 (Anna Flávia S.)

Pais e filhos

Quando vemos mães entregarem filhos a pais e se afastarem deles, pensamos: Olha que mãe egoísta, entregou seu filho (a) ao pai para poder se ver livre deles. Mas na verdade, às vezes mães preferem entregam os seus filhos ao pai do que entregar para o mundo das drogas ou dá prostituição.
Quando vemos filhos ignorar os seus pais porque eles fazem coisas que na maioria das vezes são para o bem, pensamos: Olha aquela filha (o), ela é uma (o) ingrata, ignora os seus pais só porque eles tomaram atos que de certa forma e para o bem. Mas também pensamos: Olhem aqueles pais, eles foram até aquele filho que o ignorou diante de todos. E é nessas horas que vemos que o mundo ainda tem salvação.

                                             (Anna Flávia S.)